A área que coordena o Plano Diretor Integrado (PD-Integrado), coordenado pela DEPI, tem uma vaga de estágio aberta.
Podem se candidatar alunos dos cursos de arquitetura e urbanismo e engenharia civil matriculados em instituição de
Ensino reconhecida pelo MEC, e que, no 2º semestre do ano de 2019, estejam cursando a partir do 5º semestre do
curso.
A inscrição deve ser feita via internet, no endereço eletrônico http://www.dgrh.unicamp.br, no período entre 08:00 horas do dia 26/08/2019 e 17:00 horas do dia 09/09/2019, observado o horário de Brasília/DF.
Atenção! A primeira oficina para apresentação do novo modelo de gestão de empreendimentos, marcada para amanhã, dia 27, vai ter início às 14h e não às 9h como foi anunciado anteriormente. A oficina acontece no Auditório do GGBS.
O público-alvo são assistentes técnicos, responsáveis pela manutenção/obras das Unidades/Órgãos e demais profissionais envolvidos no assunto.
Durante a oficina a equipe da DEPI vai expor os novos procedimentos para análise e aprovação de obras e novos empreendimentos na universidade, incluindo a Solicitação Eletrônica de Obras.
Não é necessária inscrição para participar.
Atenção: as solicitações de obra que constam da Planilha Consolidada de Prioridades da PRDU e que ainda não foram priorizadas dentro do novo modelo (listagem também disponível no sitehttps://www.depi.unicamp.br/gestao-de-empreendimentos-nova/), serão devolvidas aos solicitantes para que reavaliem suas demandas e reapresentem-nas na forma eletrônica. Por isso, a participação nas oficinas é de fundamental importância.
Conforme Deliberação CONSU A-019-2019 que dispõe sobre os procedimentos para análise e aprovação de obras e novos empreendimentos na Unicamp, a Diretoria Executiva de Planejamento Integrado (DEPI) está implantando as ferramentas do novo modelo de gestão de obras.
Com objetivo de esclarecer a comunidade sobre os o novo modelo e ferramentas para gestão de obras e solicitação de novos empreendimentos, a DEPI está organizando uma série de oficinas que vão explicar entre outras coisas sobre a Solicitação eletrônica de obras que será necessária para registro e acompanhamento das demandas de obras no novo modelo. De acordo com Wellington Oliveira, da equipe de gestão de empreendimentos, a novo modelo de solicitação será mais abrangente que os formulários impressos anteriores. “Nas oficinas vamos detalhar a nova sistemática à comunidade e mostrar como vai funcionar a solicitação eletrônica de obras, dar instruções de preenchimento e de acompanhamento da solicitação, além de esclarecer dúvidas gerais”, disse.
Serão três oficinas e não é preciso fazer inscrição para participar:
Terça-feira, 27/08/2019 às 9h
Terça-feira, 10/09/2019 às 14h
Segunda-feira, 16/09/2019 às 14h
Local: Auditório do GGBS – Prédio da DGA
Público-alvo: assistentes técnicos, responsáveis pela manutenção/obras das Unidades/Órgãos e demais profissionais envolvidos no assunto.
Atenção: as solicitações de obra que constam da Planilha Consolidada de Prioridades da PRDU e que ainda não foram priorizadas dentro do novo modelo (listagem também disponível no sitehttps://www.depi.unicamp.br/gestao-de-empreendimentos-nova/), serão devolvidas aos solicitantes para que reavaliem suas demandas e reapresentem-nas na forma eletrônica. Por isso, a participação nas oficinas é de fundamental importância.
O que a comunidade da Unicamp pensa sobre sustentabilidade? Essa foi a pergunta que guiou uma extensa pesquisa conduzida pela Câmara Técnica de Gestão de Ambiente Urbano (CGTAU) que envolveu os três campi da Universidade e cujos resultados são divulgados agora. Os resultados devem ajudar a construir cenários de futuro pelo Grupo Gestor Universidade Sustentável (GGUS), ligado à Diretoria Executiva para Planejamento Integrado (DEPI), e que encomendou o estudo.
A pesquisa foi coordenada pela Prof(a). Dr(a). Emília Rutkowski, da Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo (FEC). Segundo ela, o método escolhido para analisar um fenômeno complexo como é a sustentabilidade foi a cartografia social. “O mapeamento participativo, ou cartografia social, é um processo de produção de mapas cujo objetivo é tornar visível e espacializar a associação entre o território e as comunidades locais utilizando a linguagem da cartografia. Diferentes símbolos, camadas e escalas podem ser utilizados para apresentar a informação espacial. Podem estar relacionadas a informações detalhadas de determinado local e, portanto, em menor escala, ou compreender uma área maior (e.g., bacias hidrográficas, áreas verdes, etc.), descrevem os autores do relatório final da pesquisa. Ainda de acordo com os autores, o método da cartografia oferece uma representação social e culturalmente distinta, com informações que não aparecem em mapas padronizados. Os mapas gerados a partir de oficinas de discussão oferecem uma ligação entre a localização e as percepções vividas in loco. “Nas oficinas, cada participante apresenta seu entendimento quanto ao espaço vivido, em diálogo com diferentes percepções. É um método que estimula o envolvimento da comunidade, o pensamento crítico e a ação coletiva, uma vez que permite o compartilhamento de experiências individuais e coletivas”, escreveu.
Além disso, para fazer o reconhecimento de padrões de uso e apropriação dos espaços, em todas as oficinas foi utilizada a legenda do Green Map System, um sistema aberto e padronizado de ícones que serve para identificar lugares potencialmente sustentáveis ou desafiantes para a sustentabilidade. “O uso casado da cartografia social com o Green Map System permitiu a construção de mapas verdes. Os ícones do sistema Green Map foram adaptados para o contexto da universidade e dispostos em três eixos: “Modo de vida sustentável”, “Natureza”, “Cultura&Sociedade” e “Riscos e Desafios”. Cada eixo foi dividido em subtemas.
Cultura – Dentro do eixo Cultura, o mapeamento participativo buscou saber a percepção dos participantes sobre, por exemplo, locais de encontro e de estudos, locais amigáveis para idosos, para crianças, bibliotecas etc. E ainda sobre a existência de serviços públicos de infraestrutura de energia, hospitais, pontos de referência, quiosques de informação e estações de tratamento de esgoto. Sobre os locais de estudo no campus da Unicamp em Barão Geraldo, a cartografia social identificou que há quatro manchas mais fortes, sendo a primeira a Biblioteca Central, a segunda, os vários institutos de ciências puras, como o IEL, o IFGW, IQ e o Imecc. A terceira mancha é a FEEC, onde há um corredor de estudos aberto 24 horas. O quarto local é o Ciclo Básico. Em Limeira, foram mapeados dois pontos como locais de encontros sociais na Faculdade de Tecnologia e em Piracicaba, um ponto na área esportiva que fica na parte de trás do campus da Faculdade de Odontologia da Unicamp.
Já no ícone “Alimentação Saudável”, que compõe o eixo “Modo de vida sustentável”, foram apontados os três restaurantes universitários, a cantina do IA e a Feira da Praça do Ciclo Básico. No Cotuca foi apontada a cantina do colégio e no CPQBA, outros dois pontos.
Mobilidade – Em relação aos ícones “Ciclovias/Bicicletário”, ligados ao eixo “Modo de vida sustentável”, os participantes das oficinas indicaram três locais de presença mais forte desse tipo de infraestrutura: ao redor do Ciclo Básico, na FEF e na Avenida Professor Atílio Martini, fazendo ligação com a Moradia. Ainda em relação ao tema da mobilidade, o local mais apontado como uma zona de precaução – local de tráfego motorizado intenso, com risco para pedestres, bicicletas e outros veículos não motorizados – foi o balão da Avenida Atílio Martini, próximo à FEF, devido ao seu desenho inadequado.
A percepção dos participantes das oficinas é que há perigo nos locais onde há pouca iluminação, em locais vazios e naqueles onde geralmente já se sabe que ocorrem assaltos. Nos prédios mais isolados do campus, a sensação de risco é maior. No campus da Unicamp, o local apontado com o mais perigoso é a entrada pela Casa do Lago e o segundo, a área hospitalar. Locais considerados mais seguros foram as áreas próximas à Reitoria e a área interna da FEF.
A DEPI, através da equipe técnica do Programa de Georreferenciamento do Acervo Físico e Humano da Unicamp (DEPI-GEO), organizou um banco de dados geográficos com todas as informações coletadas nas oficinas e elaborou um dashboard (aplicativo web), com todas as informações classificadas e disponibilizadas em mapas interativos (web maps) conectados de forma dinâmica a gráficos que quantificam a distribuição de cada ícone. O dashboard pode ser acessado em aqui.
“Os resultados das oficinas de cartografia social configuram uma nova fonte de dados acerca dos campi da Unicamp. Por um lado, os dados técnicos existentes ou produzidos academicamente revelam circunstâncias e situações encontradas no espaço físico. De outro, o trabalho realizado no Projeto de Cartografia Social viabiliza uma maior compreensão da percepção ambiental dos usuários deste espaço. Esta leitura diferenciada dá luz ao seu modo de uso, seus conflitos, dificuldades e propostas sob o ponto de vista daqueles que cotidianamente produzem impressões, opiniões e sugestões para este espaço comum”, descreve o relatório final do projeto.
Como colocar em prática um tipo de desenvolvimento capaz de suprir as necessidades da geração atual, sem comprometer o direito a esses mesmos desejos das futuras gerações? Compreender a extensão desse desafio e discutir possíveis soluções estão entre os objetivos da disciplina F014 que tem início na próxima terça feira, 06 de agosto, no Instituto de Física “Gleb Wataghin” (IFGW).
Duas palestras abrem a programação:
O Hub Internacional para o Desenvolvimento Sustentável (HIDS), com o Prof. Dr. Marco Aurelio Pinheiro Lima, docente do IFGW, diretor da Diretoria Executiva de Planejamento Integrado (DEPI).
Empreendedorismo: startup para o meio ambiente, com Renato Toi, sócio da Baita Aceleradora.
Trata-se de uma disciplina optativa para alunos de toda a universidade, mas as aulas são abertas a toda a comunidade. Mais informações neste link.
Finalizando a última etapa do conjunto de reuniões de integração da DEPI, no dia 02 de julho, o supervisor de obras da Coordenadoria de Projetos e Obras da Unicamp (CPO), Lucas Oriolo Rodrigues, apresentou a área de Diretoria de Obras para a DEPI. Ele destacou que o papel dessa Diretoria é de ser um órgão fiscalizador, zelando para que os contratos de obras em andamento na Universidade sejam executados dentro das normas vigentes, com qualidade e segurança. A equipe atua desde o planejamento – analisando o local pretendido para implantação da obra; o memorial descritivo, projetos, memoriais do projetista e planilhas, visando a execução e fiscalização da obra – até a fase pós-obra, por meio do suporte às Unidades quanto a garantia.
Rodrigues descreveu o processo de reestruturação da Divisão a partir de 2015, com a constituição de células multidisciplinares na fase de planejamento e aproximação na discussão de casos, pactuações e redefinição de procedimentos com a Divisão de Contratos/DGA. “De acordo com ele, isso passou a estimular as empresas para planejar as obras e permitiu também maior aproximação com a Unidades requerentes da obra. “O resultado foi uma redução no tempo de entrega das obras, um índice que deve melhorar ainda mais nos próximos anos, especialmente com a introdução do novo modelo de gestão de empreendimentos“, disse.
Os atrasos nas obras provocados por algum fator de responsabilidade das empresas caiu de 48,9% (antes da reestruturação) para 34,1% (depois da reestruturação). “Hoje, o principal foco é reduzir o tempo de publicação de aditamento de uma obra para diminuir o tempo de execução”, apontou Rodrigues. Para o Prof. Dr. Marco Aurelio Pinheiro Lima, diretor da Depi, para manter os bons resultados é importante atentar para o tema dos recursos humanos, já que a equipe da diretoria foi reduzida. Ele mencionou ainda que a divulgação de todas as informações da Divisão (com relatórios e fotos das obras) em um portal na internet pode colaborar para aumentar a transparência dos processos junto à comunidade.
Veja a apresentação completa da Divisão de obras, clicando aqui.
No último dia 26 de junho, o reitor da Unicamp, Marcelo Knobel, participou da sessão da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) constituída pela Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) para analisar a gestão das três universidades estaduais paulistas – Unicamp, USP e Unesp. Na oportunidade, o dirigente fez uma breve apresentação da Universidade e de suas principais atividades.
Buscando conferir transparência e clareza na área de gestão de obras na Unicamp, a Diretoria Executiva de Planejamento Integrado, DEPI, preparou um relatório detalhado sobre as obras na Universidade.
A informação foi dividida em cinco blocos:
Obras concluídas entre abril de 2017 e junho de 2019
Todos os engenheiros da Unicamp terão que providenciar sua regularização cadastral junto ao Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Estado de São Paulo (CREA). O objetivo é a adequação dos processos de trabalho dentro do projeto estratégico “Construção de um novo modelo para a gestão de empreendimentos da Unicamp”, liderado pela DEPI.
O cadastro dos profissionais de engenharia é imprescindível para a instituição, uma vez que o conselhos garante que o profissional está habilitado para desenvolver suas funções com segurança e qualidade. A Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) de Cargo e Função estabelece o vínculo profissional com a pessoa jurídica para o desempenho da função técnica, cabendo ao profissional o preenchimento e cadastramento da ART, e à pessoa jurídica o recolhimento do valor relativo ao registro, conforme artigo da Resolução nº 1025/2009, do CREA. A regularização cadastral da Unicamp junto ao CREA/SP já foi concluída e a regularização junto ao CAU está em andamento.
O cadastro requer a emissão da ART ou Registro de Responsabilidade Técnica de cargo e função por parte de cada profissional de engenharia e arquitetura. O pagamento será feito pela instituição e custa R$ 85,96 (CREA) e R$ 94,76 (CAU). Esse valor é pago uma única vez, por profissional, enquanto ele se mantiver no órgão e na função registrada.
O prazo para chegada do processo à DEPI, com as ART’s quitadas é 30 de agosto de 2019.
A Diretoria Executiva de Planejamento Integrado, DEPI, foi criada em 2017 (Resolução GR-027/2017) para detectar e integrar os diversos níveis de planejamento dos órgãos da universidade, prospectar cenários sobre as formas de atuação da Universidade no longo prazo e propor aos demais órgãos de planejamento e ao CONSU um Plano de Desenvolvimento que possa conduzi-la ao cenário mais próximo do desejado.
Para informar seus colaboradores sobre o andamento dos diversos projetos, programas, sobre as ações das Câmaras Técnicas e promover maior aproximação entre a equipe, a diretoria da DEPI têm organizado reuniões gerais de integração. A primeira aconteceu no dia 13 de maio e a segunda, no dia 12 de junho. “Trata-se de um processo de aprendizado para todos”, afirmou o diretor da Depi, Prof. Dr. Marco Aurelio Pinheiro Lima, destacando a importância de comunicação do status dos diversos programas para todos os membros da equipe.
O novo modelo de Gestão de Empreendimentos na Unicamp foi apresentado por Talita Mendes e Wellington de Oliveira. De acordo com Mendes, “a construção do novo modelo deve aprimorar o atual, possibilitando o uso mais eficiente do orçamento para obras na Universidade”, afirmou Talita. Ele está baseado em uma forte integração entre o planejamento e o investimento em obras. “Antes de iniciar qualquer obra, todos os cursos têm que ser avaliados”, disse Talita. As demandas de obras são submetidas à uma análise de prioridades, por meio de um processo de decisão baseado em metodologias multicritérios. De acordo com o Wellington de Oliveira, essa análise estabelece notas para cada critério e faz um tipo de ranking cujo resultado é uma lista de prioridades. O novo modelo de gestão de empreendimentos prevê a criação de um formulário eletrônico para solicitação e acompanhamento das obras na universidade.
A arquiteta Thalita Dalbelo apresentou a versão atual do Plano Diretor Integrado que está sendo elaborado pela Depi. Atualmente em sua versão 1.2, o PD-Integrado tem como missão integrar a gestão da Unicamp como universidade sustentável ao planejamento do seu uso e ocupação. Ela destacou que essa integração considera os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e envolve a participação de todos os atores sociais da Unicamp e de seu entorno. Dalbelo também está coordenando as ações da Universidade para compor o ranking Green Metrics, que tem como objetivo apontar a condição atual e as politicas relacionadas à sustentabilidade nas universidades de todo o mundo. “Esse esforço é importante para entender como estamos agora e, então, definir o que fazer para melhorar nossos indicadores”, disse ela.
O Programa de Georreferenciamento do Acervo Físico e Humano da Unicamp (DEPI-GEO) foi apresentado pelo geógrafo Vanderlei Braga. O programa está classificando todos os prédios do campus de Campinas e de Limeira com objetivo de criar uma base de dados de patrimônio que poderá ser relacionada com outras bases de dados, constituindo uma ferramenta de planejamento e tomada de decisão. A ferramenta de georreferenciamento também tem sido usada para criar mapas com o perfil dos candidatos ao vestibular da Unicamp.
O assessor da Depi, o economista Marcelo Cunha, falou sobre o projeto da criação do Hub Internacional para o Desenvolvimento Sustentável (HIDS). “Esse projeto compõe uma política da universidade de aproximação cada vez maior ao tema do desenvolvimento sustentável, alinhada a uma perspectiva de longo prazo”, disse.
O Grupo Gestor Campus Sustentável (GGUS) é responsável por planejar, desenvolver, viabilizar institucionalmente e gerenciar as ações, projetos e programa institucionais que digam respeito à sustentabilidade socioambiental. “Nossa visão é que a Unicamp seja uma referência como universidade sustentável”, afirmou Maria Gineuza de Souza, da equipe do GGUS. Em sua apresentação ela elencou algumas das ações do Grupo, como por exemplo, o trote da cidadania, as ações em torno do Dia Mundial da Água e da Semana do Meio Ambiente. “Nosso objetivo é sensibilizar as pessoas a ter uma atitude sustentável”, disse.
O professor da FEEC, Luiz Carlos Pereira da Silva, apresentou resultados do projeto Campus Sustentável com destaque para a instalação das placas fotovoltaicas no Ginásio Multidisciplinar.
A Câmara Técnica de Campus Inteligente foi criada em 2018. A coordenadora dessa Câmara, a Profa. Dra. Juliana Freitag Borin, explicou que essa Câmara está em fase de planejamento, com a criação de um plano de gestão com objetivo de criar diretrizes para integrar soluções de cidades inteligentes. “Nossa contribuição deve ser transversal e prevemos grande participação no HIDS”, disse a professora do do Instituto de Computação.
A Profa. Dra. Maria do Carmo E. Amaral, professora do Instituto de Biologia apresentou as ações da Câmara Técnica de Gestão de Fauna e Flora, grupo de trabalho que tem entre suas diretrizes garantir a conservação e a biodiversidade da cobertura vegetal dos campi e sua fauna associada. A professora destacou a elaboração de um projeto de criação de um Jardim Botânico na Unicamp. “Essa pode ser uma ferramenta de divulgação científica para popularizar o conhecimento sobre plantas”, pontuou.
O coordenador da Câmara Técnica de Gestão de Recursos Hídricos, Prof. Dr. Antonio Carlos Zuffo, falou sobre as diretrizes de trabalho dessa Câmara Técnica que busca empreender ações para o uso racional da água nos campi da Unicamp. Ele destacou projeto para encontrar fontes alternativas de captação de água, inclusive na Fazenda Argentina. “Vamos fazer ensaios geofísicos para investigar se esse território tem ou não potencial nesse sentido”, disse Zuffo.
A gestão de resíduos sólidos na Unicamp foi o tema da apresentação de Regina Micaroni. Ela explicou como funcionam os processos de destinação de diferentes tipos de resíduos produzidos na Universidade, que incluem resíduos químicos perigosos, resíduos de formol, pilhas e baterias, aerossóis, amianto, entre outros. Valdir Dezan, mostrou como será a gestão de obras na Unicamp a partir da implantação da plataforma BIM, sigla para Building Information Modeling. “A introdução dessa tecnologia vai possibilitar estabelecer modelos construtivos – como em uma maquele eletrônica – e, com isso, verificar e sanar problemas antes da edificação propriamente dita”, explicou Dezan. “A grande vantagem é a redução de custos”, complementou. Segundo ele, a introdução da tecnologia na Unicamp envolve a criação de um projeto piloto para a CPO, Ceproj, HC, Prefeitura do Campus e SAR (Limeira). Até o fim de 2020 ocorre a fase de treinamento e capacitação e início do uso em 2020.
A Coordenadoria de Projetos e Obras (CPO) foi incorporada à Depi em 2018. Sua missão é planejar, projetar, fiscalizar, executar e gerenciar empreendimentos de engenharia civil de forma técnica, legal, ética e sustentável, contribuindo para a melhoria do espaço físico da Universidade. A engenheira da CPO, Marcela Candian Paduelli, destacou as principais atividades dessa área, como por exemplo, cadastro de obras, estimativas de custos de obras, análise técnica durante o processo licitatório, em todas as suas modalidades, coordenar e administrar os relatórios gerenciais dos contratos em andamento e concluídos de obras, entre outros.
As apresentações feitas ao longo das duas reuniões podem ser consultadas abaixo.
Entre os dias 13 e 22 de junho, o Grupo Gestor Universidade Sustentável (GGUS) encaminhou ao aterro industrial classe I, contratado pela Unicamp, os resíduos contendo amianto em sua composição, tais como telhas, placas divisórias, dentre outros, gerados e armazenados nas unidades/órgãos no período compreendido entre junho de 2018 e junho de 2019. Ao total foram encaminhadas cerca de 70 toneladas e atendidas as seguintes unidades/órgãos: Centro de Hematologia e Hemoterapia – Hemocentro; Centro de Lógica Epistemologia e História da Ciência (CLE); Centro de Computação (CCUEC); Centro de Atenção Integrada à Saúde da Mulher (CAISM); Centro de Engenharia Biomédica (CEB); Centro de Biologia Molecular e Engenharia Genética (CBMEG); Diretoria Geral da Administração (DGA); Hospital de Clinicas (HC); Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF); Faculdade de Engenharia Mecânica (FEM); Faculdade de Ciências Médicas (FCM); Instituto de Economia (IE); Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica (IMECC); Instituto de Química (IQ); Instituto de Biologia (IB) e Instituto de Computação (IC). Após esta etapa única de 2019, a previsão de nova destinação de resíduos de amianto é para meados de 2020.
O resíduo contendo amianto é classificado como passivo, no âmbito da Unicamp, por meio da Resolução GR-003/2009, de 16/01/2009 em seu Artigo 9º, §1º, inciso I – o material contendo amianto já retirado pelas unidades e armazenado junto a CINFRA e às unidades até o momento da entrada em vigor desta resolução; e inciso II – a qualquer tempo, o material contendo amianto que, decorrente de seu uso normal tenha se deteriorado e esteja apresentando risco à saúde dos usuários/trabalhadores e à estrutura da edificação, apurado através de vistoria técnica por órgãos habilitados.
Quanto ao resíduo ativo, de acordo com o §2º do mesmo artigo, é definido como todo o material contendo amianto resultante de qualquer outra substituição, que não se enquadre na descrição do parágrafo 1º.
As atividades relativas à gestão de resíduos de amianto são operacionalizadas pelos facilitadores das unidades/órgãos envolvidos e coordenadas pelo GGUS, em específico pelo tecnólogo ambiental, Jorge Luiz Florêncio.